terça-feira, 14 de outubro de 2014

Serra e Lago do Espelho da Lua, Nhamundá

Foto: Bruno Rocha


Foto: Bruno Rocha


Foto: Lison Costa


Foto: Lison Costa


Foto: Bruno Rocha


Foto: Bruno Rocha


Foto: Paulo Bindá


Foto: Bruno Rocha


Foto: Bruno Rocha


Foto: Pedro Martinelli

Para mais informações, acesse Descobrindo o Amazonas.

IMPORTANTE: Algumas fotos foram tiradas diretamente da internet. Elas tem o único propósito de divulgar as belezas do Amazonas e eu não possuo direito autoral algum sobre elas. No caso de fotos cujos nomes dos autores não aparecem, isso quer dizer que os mesmos não foram identificados nos sites de onde foram colhidas as fotos. Caso algum autor queira que eu identifique/corrija seu nome na foto, basta deixar um comentário. Da mesma forma, caso algum autor deseje que eu retire a sua foto do blog, basta se manifestar que eu o farei. Obrigado pela compreensão.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Cachoeira do Paredão, Apuí

Foto: Gaby Albuja


Foto: Diego Brandão


Foto: Rafa Magadao


Foto: Van Constant


Foto: Paititi Rondônia


Foto: Portal Apuí


Foto: Adão Vascaíno

Para mais informações, acesse Descobrindo o Amazonas: Apuí.

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Cachoeira da Seringueira, Apuí

Foto: Adão Cícero Nascimento


Foto: Diego Brandão


Foto: Diego Brandão


Foto: Idesam


Foto: Gaby Albuja

Para mais informações, acesse Descobrindo o Amazonas: Apuí.

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Cachoeira do Boto, Presidente Figueiredo

Foto: André Maués

Localização: Km 32 do Ramal da Morena, na Vila de Balbina.

Como chegar: Depois de entrar em Balbina, você deve pegar o ramal de terra batida que fica à direita, logo após a ponte sobre o rio Uatumã. Após percorrer cerca de 32 km pelo ramal da morena, você deve estacionar o carro na curva que fica logo depois de uma grande placa onde está escrito "APA Morena". Este é o início da trilha que leva até cachoeira. 

- O Ramal da Morena é uma estrada de terra batida que está em ótimas condições de tráfego, permitindo que os 32 km que levam até o início da trilha sejam percorridos em 30 minutos ou até menos. Ainda assim, não é recomendável encarar a estrada em dias de chuva. Ao longo do caminho, é possível vislumbrar trechos do belíssimo Rio Uatumã, que acompanha lado a lado o ramal.

- A trilha é curta e dura apenas cerca de 30 minutos. Porém, por ser um caminho pouco utilizado a mata ao longo da trilha é bastante fechada. Assim, é recomendável que o percurso seja realizado apenas na companhia de um guia de turismo, facilmente contratado no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) de Presidente Figueiredo. A diária do guia gira em torno de R$150 para um grupo de até 10 pessoas.


- A cachoeira oferece um ótimo local para banho, com suas águas geladas e fundo de areia. No entanto, é bom evitar a visitação durante os meses de junho e julho, o auge da cheia, pois a forte correnteza torna o ambiente perigoso e nos impede de chegar próximo à queda d'água.


- A cachoeira também pode ser visitada de barco. Para isso, é preciso ir de carro até o final do ramal da morena, num total de 36 km. A estrada termina no rio Uatumã e a partir daí é possível contratar um barqueiro para subir o igarapé de onde surge a cachoeira. Os barqueiros costumam cobrar R$30 para um grupo de até seis pessoas. Porém, esse percurso só pode ser realizado até a última semana de setembro, pois após este período o nível das águas do igarapé diminui a tal ponto que não permite a passagem de nenhuma embarcação. A navegabilidade retorna apenas em meados de março.



Foto: Magno Guerra

A visão do Rio Uatumã ao longo do Ramal da Morena é um banquete para os olhos.


Foto: André Maués

A trilha é curta, mas a mata é bastante fechada. Por isso, é recomendável
encarar a aventura apenas com a presença de um guia de turismo.


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués

Águas geladas e fundo de areia tornam esta cachoeira um ótimo local para banho.


Foto: Juliane Tavares


Foto: Juliane Tavares

Para mais informações, acesse Descobrindo o Amazonas: Presidente Figueiredo.

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sábado, 30 de agosto de 2014

Lago do Ubim, Iranduba


Foto: Rodrigo F. Neri


Foto: Rodrigo F. Neri


Foto: Rodrigo F. Neri


Foto: Wagner Rocha

Para mais informações, acesse Descobrindo o Amazonas: Iranduba

IMPORTANTE: A maioria das fotos foi tirada diretamente da internet. Elas tem o único propósito de divulgar as belezas do Amazonas e eu não possuo direito autoral algum sobre elas. No caso de fotos cujos nomes dos autores não aparecem, isso quer dizer que os nomes dos mesmos não foram identificados nos sites de onde foram colhidas as fotos. Caso algum autor queira que eu identifique/corrija seu nome na foto, basta deixar um comentário. Da mesma forma, caso algum autor deseje que eu retire a sua foto do blog, basta se manifestar que eu o farei. Obrigado pela compreensão.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Praia do Japonês, Iranduba

Foto: Waldecleber Gonçalves

Localização: Km 28 da rodovia AM-070 (Estrada Manoel Urbano)

Como chegar: Siga pela rodovia AM-070 e dobre à direita no Km 28, percorrendo um ramal asfaltado de 11 quilômetros. No final do ramal, quando já é possível avistar o rio, dobre à esquerda na última entrada antes de chegar no estacionamento da Praia do Açutuba. É uma pequena estrada de terra de 2 quilômetros que leva direto até a Praia do Japonês.

- A taxa de entrada na praia é de R$15 por veículo, e o horário de visitação é de 8h às 17h.

- A praia conta com uma infra-estrutura simples, mas relativamente bem organizada, com restaurante regional e amplo estacionamento.

- Ao contrário da vizinha Praia do Açutuba, as águas da Praia do Japonês são cristalinas e não possuem nenhum sinal de cauxi, que são restos de espinhos de esponjas fluviais e, em excesso, podem causar coceira na pele e manchar as roupas.

- A praia recebe um grande número de visitantes nos fins de semana, especialmente aos domingos. No entanto, graças às regras impostas pelos proprietários, o ambiente agradável e familiar se mantém durante todos os dias.

- A praia aparece apenas entre os meses de setembro e fevereiro, durante o período de seca do rio, sendo que a melhor época para visitação é de outubro a dezembro, no auge da seca, quando uma extensa península de areia branca surge e avança sobre o rio, criando um cenário paradisíaco. 

Foto: Waldecleber Gonçalves


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: Algacir Gurgacz


Foto: Algacir Gurgacz


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués


Foto: André Maués

Para mais informações, acesse Descobrindo o Amazonas: Iranduba.

IMPORTANTE: Algumas fotos foram tiradas diretamente da internet. Elas tem o único propósito de divulgar as belezas do Amazonas e eu não possuo direito autoral algum sobre elas. No caso de fotos cujos nomes dos autores não aparecem, isso quer dizer que os nomes dos mesmos não foram identificados nos sites de onde foram colhidas as fotos. Caso algum autor queira que eu identifique/corrija seu nome na foto, basta deixar um comentário. Da mesma forma, caso algum autor deseje que eu retire a sua foto do blog, basta se manifestar que eu o farei. Obrigado pela compreensão.